Publicado em Deixe um comentário

Dieta Atkins

dieta atkins

Também conhecida como Dieta da Proteína, Robert Atkins foi um cardiologista norte americano que criou essa forma de alimentação, reduzindo drasticamente as quantidades de carboidrato e aumentando o de proteínas. Conheça um pouco mais sobre esse método para emagrecimento.

Como funciona

A dieta Atkins é separa em fases e basicamente rejeita a noção de que todas as gorduras são ruins para o organismo. Atkins resolveu estudar como se alimentavam nossos ancestrais e aplicar esses conceitos a uma alimentação cotidiana.

Fases da dieta

A dieta Atkins é divida em quatro fases, a da indução, a fase de perda contínua de peso, a pré-manutenção e a manutenção.

Fase da indução

Essa é a fase que faz com que o organismo pare de utilizar carboidrato como combustível e comece a utilizar gorduras, inclusive a própria. Essa fase é caracterizada por uma perda de peso bem rápida e pela mudança dos hábitos alimentares. Para começar, estão proibidos açúcares e derivados, farinhas, massas, cereais, frutas e leite e seus derivados. Ao invés disso, você deve comer carne vermelha e branca, azeite, maionese, manteiga e ovos e queijo moderadamente. A primeira fase consiste basicamente em comer uma quantidade bem limitada de carboidratos e aumentar em 5g a cada semana para descobrir o chamado “ponto crítico de carboidratos”.

Fase de perda contínua de peso

Nessa fase, começa gradualmente a aumentar a variedade na dieta. O objetivo da fase é encontrar o ponto de consumo de carboidrato ideal para perder peso. De acordo com seu desenvolvimento na fase dois, isto é, quantos quilos mais próximo você está do peso ideal, é que se sabe se você poderá ir pra terceira fase.

Fase de pré-manutenção

Essa fase é mantida até que se atinja o peso ideal, aumentando o consumo de carboidratos aos poucos. Aqui o Dr. Atkins descreve que deve ser alcançado o equilíbrio em ingestão de carboidratos, em que você não engorda nem emagrece, e se você ganhar peso deve reiniciar todo o programa.

Fase de manutenção

Ela começa quando você conseguiu perder seu peso e mantê-lo por um mês, e compreende a mudança do estilo de vida. A ideia é manter-se no “equilíbrio de carbono” e continuar a comer como na fase da pré-manutenção.

Conclusão

As proteínas proporcionam maior sensação de saciedade e gastam mais energia para serem digeridas, mas o fato da dieta ser excessivamente restritiva faz com que o organismo tenha deficiência de uma série de nutrientes. Vale lembrar que quando o corpo começa a transformar a gordura em energia, passa a produzir corpos cetônicos, que além de trazerem mau hálito, em grande quantidade elevam a acidez do sangue.

Fraqueza, tonturas e constipação intestinal serão sintomas que com certeza aparecerão em vista da falta de carboidratos e energia, além da falta de fibras na alimentação. O consumo excessivo de alimentos de origem animal pode aumentar os níveis de colesterol ruim e gordura saturada, e ainda o excesso de proteína sobrecarrega os rins e ocasiona insuficiência renal a longo prazo.

Publicado em Deixe um comentário

Alimentos ricos em Proteínas

Participando em quase todos os processos celulares e tendo diversas funções no organismo, as proteínas são um importante nutriente que deve ser consumido com frequência através da alimentação. Responsáveis pela estruturação e regeneração das células, hoje abordaremos a importância que os alimentos ricos em proteína têm em uma alimentação balanceada.

O que é?

Macromoléculas biológicas, as proteínas são constituídas por uma ou mais cadeias de aminoácidos. Presentes em todos os seres vivos, proteínas diferem entre si fundamentalmente pela sequência de aminoácidos. Animais, ao contrário das plantas, não sintetizam todos os aminoácidos que necessitam para viver, chamados aminoácidos essenciais, e precisam consumi-los através da alimentação. Ao contrário do que pensa o senso comum, existem fontes de proteína tanto animais quanto vegetais. Carne, ovos, leite e derivados configuram no primeiro grupo, enquanto no segundo ficam principalmente o feijão, as lentilhas, a soja e o grão de bico. Como a dieta humana consegue absorver grande parte dos aminoácidos essenciais, raramente uma pessoa saudável com a dieta equilibrada necessita de um suplemento protéico.

Funções

Enzimas – Catalisadores biológicos, esse tipo de proteína tem alta especificidade. Sua importância é imensa, já que quase todas as reações do organismo são catalisadas por enzimas.

Transportadoras – São as proteínas responsáveis por fazer o transporte de outras substâncias como glicose e aminoácidos através das membranas celulares, e também estão presentes na circulação transportando íons e outras moléculas de um órgão para outro.

Estruturais – Algumas proteínas participam da arquitetura das células, dando forma, suporte e resistência, como é o caso dos tendões que possuem colágeno.

Defesa – Anticorpos também são proteínas, e atuam protegendo o corpo de agentes invasores, como bactérias, venenos, toxinas e proteínas vegetais.

Reguladoras – Hormônios são proteínas que regulam as atividades metabólicas, como a insulina, por exemplo.

Armazenamento – Algumas plantas armazenam nutrientes através das proteínas nas suas sementes, por exemplo, para depois serem utilizados na germinação e crescimento da nova planta.

Contráteis – Atuando na movimentação e contração das células, algumas proteínas ajudam a produzir o movimento muscular.

Proteína e crescimento muscular

Para atletas que buscam a hipertrofia, uma dieta rica em proteínas é extremamente necessária. Isso porque, com os exercícios, os músculos sofrem microlesões e pequenos processos inflamatórios, que serão regenerados pela proteína consumida. Isso causará o crescimento do músculo, mas como a quantidade de proteína nesse caso é bem grande para ser suprida apenas pela alimentação, são usados suplementos alimentares à base de proteína isolada do leite ou da carne, como o Whey Protein.

Alimentos

Salmão, frango, camarão, carne vermelha, tofu, soja, amêndoas, ovos, leite comum ou semidesnatado, ervilhas, quinoa, milho, peito de peru, ervilhas vermelhas, atum ao natural, queijos, leite de soja, feijão preto, fradinho e carioca, amaranto, anchovas, pasta de amendoim, pistache, espinafre, aspargos, castanha de caju, aveia, grão de bico, trigo, pescada, proteína de soja texturizada, gergelim, chia, couve, brócolis, batata doce, goiaba, coco, abacate, banana, maracujá, mirtilo, cerejas, framboesas, passas e uva, tangerina, damasco e outros são alimentos ricos em proteínas que você pode começar hoje mesmo a incluir em sua dieta.